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My moon My man

Summary:

em uma missão do X da questão onde o grupo é visto em uma situação onde se separar é o ideal, Krave e Lucas se distanciam de seus amigos e após meses sem se ver alguns sentimentos vem a tona, esses são impulsionados quando Wanda é trazida ao assunto.

Notes:

Avisos: Leia as tags.
Caso qualquer um dos streamers expresse desconforto sobre esse tipo de fanfic, ela será apagada imediatamente, a intenção aqui não é deixar ninguém incomodado, a fanfic é sobre os personagens Lucas e Kravenico não sobre os ccs, visto isso não sejam estranhos.
Essa fanfic foi escrita a tempos atrás, por isso, talvez alguns personagens estejam ooc, mas isso é uma fanfic smut jockcam, vc sabe que vai ser fora de personagem.
Aproveitem a leitura 𖦹

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Não fazia tanto tempo desde que Krave havia voltado dos seus campeonatos e não propositalmente da sua missão secreta, mas o sobrenatural não para e nem tira férias segundo Benício, então o grupo se encontrava investigando o caso da Loira do Banheiro. 

 

O contato da vez já havia ido embora, deixando nas mãos dos jovens investigar uma escola supostamente assombrada pelo espírito de uma mulher loira que morreu no banheiro da escola e supostamente tem matado vários funcionários de uma empresa obreira ao lado. 

 

— “e quando ele abriu a porta 67….” — Benício começou a criar suspense colocando sua lanterna embaixo do queixo.

 

— “O QUE OQUE TINHA” — Lucas perguntou, imerso na história, ele sentia que algum dia conseguiriam chegar ao final da história.

 

— “não tinha nada….mas quando ele abriu a porta 68-” — A tensão se reiniciou.

 

— “Gente…?” — Ayla exclamou assustada com oque estava vendo.

 

Podiam ter certeza de que a dois minutos atrás estavam andando entre a sala de algumas escolas procurado o banheiro que os assassinatos estavam acontecendo, mas de alguma forma tudo que os encaravam eram várias portas de banheiro de diferentes estilos, alguns femininos e outros masculinos.

 

— “Gente…e  agora? deve ter umas 100 portas pra banheiros aqui” — Ayla falava baixinho.

 

— “Eu sou totalmente contra a ideia de se separar por causa dos filmes de terror, mas eu acho que a gente não tem muita escolha” — Benício tentava manter uma postura calma mas sua voz o traía, demonstrando o pânico que sentia.

 

— “Analisando a situação eu acho que seria melhor se a gente se separasse mas se mantivesse em grupo” — Krave olhava ao redor do corredor tentando calcular quanto tempo demoraria para visitarem todas as salas.

 

— “Você e o lucas ficam juntos, e vão pela direita, eu, a ayla e o Beni vamos pela esquerda” — Com Nina encerrando o assunto cada um foi para seu lugar designado.

 

 

Lucas e Krave andavam pelos cômodos apontando o detector de mudança de temperatura para todo canto tentando achar algo diferente do que o normal, mas definitivamente estavam sem sorte.

 

— “Mano a gente vai ficar aqui o dia inteiro” — Lucas exclamou irritado. 

 

— “Sendo que a gente sempre fica o dia inteiro…” — Krave argumentou retrucando Lucas que não conseguia parar de reclamar sobre aquele dia. — “Grava direito isso” — Krave exclamou.

 

— “eu não digo como que você tem que enterrar sua bola então não me diz como eu tenho que gravar……Eu to gravando, mas nada ta acontecendo” — Lucas bufou.

 

— “Calma cara…Tenho certeza que daqui alguns minutos algo vai pular em você” — Krave seguia para próxima sala que tinha a temperatura ambiente e nada fora do normal, apesar de “repreender” o Lucas, também tava de saco cheio de buscar em vão.



                                                        SLAM



Lucas quase derrubou a câmera com o susto, ao olhar para trás a porta que antes se encontrava aberta havia fechado, Krave correu para porta tentando empurrar, puxar e deslizar tentando tirá-los de lá, apenas vendo da janela da sala seus amigos correndo de alguma coisa que Krave não conseguia reconhecer a aura.

 

— “CARA” — Lucas tinha sua câmera na mão, em choque filmando Krave que continuava com o mesmo rosto, como se nada tivesse acontecido. —. 

 

— “A ameaça deve ter trancado a gente aqui para não ajudar eles com o'que vai acontecer” — Krave disse enquanto puxava seu microfone, usando a ponta para tentar arrombar a porta.

 

— “O Benício, a Ayla e Nina tão lá fora…merda” — Lucas disse enquanto gravava o lado de fora pela janela da porta.

 

— “Deve ter algo que a gente pode fazer para sair daqui” — Krave disse olhando ao redor do cômodo buscando qualquer coisa que remetesse a um objeto amaldiçoado segurando o “espírito” lá.

 

— “não tem nenhum artigo na Internet sobre a lenda?” — Lucas disse voltando a câmera pra Krave que procurava no notebook de Ayla qualquer coisa sobre a lenda.

 

Entre várias lendas urbanas e pessoas que juram que a Loira do banheiro é um extraterrestre enviado por Deus, um site chamou atenção. 

 

“Histórias da vovó”.

 

Ayla havia contado a ele sobre esse site que contava histórias de terror das aventuras que tinham vivido e usava do sobrenome dos primos kravinski, então encontrá-lo nessa situação só despertou mais sua curiosidade.

 

— “Eu acho que encontrei algo…” — Krave disse enquanto virava a tela para Lucas que ajeitava as configurações da câmera antes de filmar.

 

“Ao entrar em um prédio tomado por essa entidade, todas as portas se tornam um labirinto sem saída, fazendo com que quem entre fique preso “eternamente” dentro da construção, em poucos dias as vítimas começam a sofrer de inanição com a última coisa que enxergam antes de morrer sendo o rosto distorcido de uma mulher loira, o único jeito de sobreviver a essa entidade é estar em um grupo, a ameaça tenta capturar uma das pessoas do grupo enquanto as outras buscam o objeto que a prende ao mundo material.”

 

— “.   .   .” — O silêncio se instaurou pela sala conforme Lucas terminava de Ler.

 

— “Basicamente, a gente é a isca” — Krave disse fechando o notebook como se fosse mais uma segunda-feira, mesmo que realmente fosse.

 

— “Então a gente fica parado aqui esperando eles acharem o objeto? tem mais de 100 portas” — Lucas disse com indignação.

 

— “Ou a gente fica aqui dentro ou corremos o risco de todo mundo morrer” — Krave disse enquanto se sentava no chão da sala.

 

                                            …

 

Minutos haviam se passado, e pelo que Lucas tinha visto, seus amigos não estavam nem na metade do caminho. Lucas andava de um lado pro outro bufando e se arrastando.

 

— “Cara isso não faz o tempo passar mais rápido” — Krave disse de olhos fechados, agora deitado de pernas cruzadas.

 

— “É melhor do que ficar deitado sem fazer nada” — Lucas disse, a câmera estava desligada em cima da mesa desde que tinham descoberto que não conseguiriam sair da sala, tornando inútil filmar qualquer coisa.

 

O celular de Lucas no entanto não parava de vibrar,  diversas mensagens apareciam na tela, ligações perdidas de todo tipo de rede social existente, juntamente de +155 mensagens só no WhatsApp. 

 

— “Você não vai atender?” — Krave perguntou olhando para seu amigo que aparentava ter ficado nervoso até demais.

 

— “Não…é só a minha vó” — Mentiu. E era óbvio que era uma mentira.

 

— “Achei que você tinha terminado com a Wanda” — O homem se sentou.

 

— “Eu terminei, mas ela não para de me ligar” — Confessou defensivo.

 

— “Você ter beijado ela talvez não tenha ajudado” — Krave disse irônico, mas seu rosto permanecia estoico.

 

— “Ela tava se jogando em cima de mim, oque eu devia fazer!?!?!?!?” — Lucas exclamou.

 

— “Sei lá, beijar ela e quase transar com ela no motel no meio da missão não é a melhor opção, eu acho ” — Krave deu de ombros.

 

— “Você nunca se importou com transar no meio da missão” — Lucas levantou as mãos como sinal de defesa.

 

Krave soltou um suspiro e olhou para o Amigo

 

— “Se você tava tão desesperado assim devia ter me ligado invés de voltar com a Wanda” — Levantou e se aproximou de Lucas.

 

— “Sabe como é Kravinho, ela tava mais perto cara” — Lucas disse, a provocação implicita na sua fala, se aproximando do rosto de Krave.

 

Krave se afastou de Lucas, buscando o celular que vibrava na mesa, atendendo a ligação de Wanda que falava tão alto do outro lado da linha que sua voz ecoava pela sala.

 

LUCAS PORQUÊ VOCÊ NÃO ME ATENDEU EU TO O DIA INTEIRO TE LIGANDO MEU, VOCÊ SUMIU NÃO RESPONDE MINHAS MENSAGENS EU TAVA QUASE INDO PROCURAR VOCÊ NA CASA DA SUA VÓ MANO, AI LUQUINHAS EU JURO…”

 

— “Oi wanda, é o Krave, o Lucas tava ocupado e não conseguiu atender, eu vou passar pra ele” — Krave entregou o celular para Lucas que estava, no mínimo, em choque.

 

— “oii wandinha haha…é eu tava um pouco enrolado, sabe como é” — Lucas disse fingindo simpatia enquanto Krave o olhava como se pudesse o perfurar com os olhos.

 

De repente se aproximou, o garoto no telefone nem notou até sentir seu pênis coberto contra a mão de Krave. — “É complicado…não eu acho que você ta cer-CARALHO” — Lucas gritou. — “Não não você Wandinha, é só um gato que tá me irritando aqui” — Mentiu, com a voz um pouco trêmula.

 

Mas Krave não parou, acariciando Lucas sobre o tecido enquanto o garoto soltava pequenos suspiros tentando continuar a conversa sobre carros ou dinheiro ou festas, algo assim, seus olhos fechavam e sua cabeça pendia para trás suspirando pesado. Sua situação ficou mais complicada quando sentiu o esportista levantar sua camisa, se ajoelhando e dando beijos sobre o peitoral do garoto que tremia e soltava alguns grunhidos.

 

—“Poiséwanda…complicado…nh..am..jesusah PORRA…perdão wanda você espera dois segundos” — Lucas soltou o celular olhando para Krave que tinha sua boca em um dos seus mamilos enquanto apertava seu outro peito. — “Cara..ah..oque você ta fazendo?..” — disse entre gemidos necessitados.

 

— “Fala com ela, Lucas, você sabe que ela não gosta de ficar esperando” — Sua língua deslizou pelo mamilo do amigo.

 

— “Cara ela vai ouvir…porranaopara” — Soltou a última frase em um gemido agudo.

 

Krave no entanto pegou a mão de Lucas que segurava o celular e colocou perto do ouvido, deixando claro o'que queria.

 

— “Foi mal…é eu to com uma dor de cabeça horrível..anmaham” — Suas frase eram cortadas pelos seus suspiros.

 

Krave beijava de boca aberta a linha de pelos no abdômen de Lucas, desabotoando e arriando as calças e a boxer do homem que respirou trêmulo. — “É mas eu ja to..ah..bem..melhor” —

 

— “Não não…que isso hm wandinha eu  to ahn me exercitando, poisé” — Krave não perdeu tempo e levou todo o pênis de Lucas a boca, que gemeu alto segurando o cabelo do homem. — “Calma ai wandinha ta difícil aqui…” —. Krave continuava engolindo e fazendo movimentos de vai e vem em Lucas.

 

Krave dava leves tapinhas no rosto de Lucas que tentava afastar a mão dele de perto do celular — “sim sim eu vou falar pra ela” — mas nem sabia o'que deveria falar, só conseguia pensar na boca em volta do seu pênis, e nos braços que tentavam enfiar o polegar dentro da boca de Lucas, que chupou rapidamente sentindo Krave gemer ao redor do seu pau. — “porra que delícia…” — Lucas sussurrou começando a guiar o homem embaixo de si.

 

— “ai caralho…” — Sua respiração desregulou e seu peito começou a subir e descer enquanto fazia movimentos mais rápidos. — “nossa…aham...sinto….muito” —

 

Lucas conseguia sentir que estava prestes a gozar, levando por uma última vez Krave até o final segurando o garoto no lugar, gemendo talvez alto demais, teria que explicar isso para Wanda mais tarde.

 

O cansaço consumiu os dois que se sentaram no chão esbaforidos. — “foi mal wandinha, tenho que desligar, o cara do correio tá na porta” —.

 

— “Qual é seu problema?” — Lucas brincou dando um empurrão em Krave que deu de ombros, e o puxou para um beijo selvagem, seus dentes se batiam e Lucas tinha quase certeza que tinha sentido gosto de sangue, mas não importava, suas mãos foram direto para a calça de Krave, abrindo o ziper e se livrando do resto das roupas dos dois.

 

— “Você não precisa fazer isso se não quiser” — Krave disse suspirando.

 

— “Shh, eu quero cara, não vem com isso, senta ai” — Lucas disse guiando o outro a se apoiar na parede, Krave estava vermelho, talvez agora a ficha tivesse caído.

 

— “se voce quiser eu posso-”— Krave foi interrompido — “Cala a boca cara, eu quero sentar em você” —. Krave engoliu seco quando Lucas cuspiu na própria mão, bombeando o pênis de Krave que escorria pré semen.

 

Lucas se apoiou nos joelhos segurando a parede enquanto se posicionava, colocando centímetro por centímetro dentro de si enquanto murmurava xingamentos direcionados as vezes a nada e as vezes a Krave. 

 

— “Puta merda cara, calma calma” — Krave dizia enquanto jogava sua cabeça pra trás segurando a cintura de Lucas.

 

— “Porra, eu te amo” — Lucas disse no calor do momento enquanto enfiava os ultimos centímetros, beijando Krave enquanto suas mãos viajavam todo o corpo do homem desde seu peitoral a seu cabelo.

 

Krave distribuía beijos sobre a pele salgada de Lucas, o mesmo começava a se mexer rolando seus quadris levemente, gemendo manhoso. Ambos continuavam em um ritmo calmo como se o tempo não existisse, Krave ajudava Lucas a se afundar em seu comprimento, gemendo longo pela sensação de Lucas engolindo todo seu pau. 

 

— “muito…apertado…caralho” — Krave disse entrecortado.

 

Lucas continuava se movendo com mais força segurando os ombros de Krave como apoio enquanto cavalgava seu pau como se sua vida dependesse disso, de sentir Krave alargando suas paredes e vazando pré semen dentro de si.

 

BZZZ BZZZ BZZZ

 

Krave tinha seus olhos semi cerrados, olhando pro garoto na sua frente como se fosse uma divindade, sua boca estava entreaberta e de vez em quando ele gemia alto e choroso, sua mente estava em outro universo, por isso nem ouviu quando seu celular começou a tocar. Lucas ouviu, com certeza ouviu, e ele queria vingança.

 

Sem diminuir o ritmo ele buscava o celular no bolso do casaco de Krave olhando pra ver quem era e rindo, revelando a “janela” entre seus dentes, que definitivamente fazem algo com Krave que sorriu de volta sem perceber qual era a graça.

 

— “Maurício?” — Lucas disse mostrando a tela para Krave que entendeu a situação tarde demais.

 

— “Maurício? eai cara ... .não eu to só treinando…pode falar” — Lucas odiava o quão bom ele era em mentir, sua respiração e gemidos pareciam até performáticos pro tanto que encaixam na situação dita.

 

— “Caralho Krave isso ta tão bom” — Lucas disse propositalmente alto. — “Porra isso mete com mais força por favor” — A posição que se encontravam era perto o suficiente para Krave ter certeza de que Maurício ia ouvir isso, se já não tivesse ouvido.

 

— “Foi mal cara, é a minha vizinha…ela tá vendo um filme” — Sua voz mal falhava, provocando um tipo de rivalidade dentro de Lucas.

 

Lucas no entanto não ia desistir fácil, saindo quase por inteiro de Krave, deixando o homem confuso antes de sentar com força de volta atingindo sua próstata, gemendo alto em uníssono de Krave que não conseguia mais fingir. A última frase que Maurício ouviu antes de Krave desligar foi uma súplica de Lucas.

 

Krave jogou o celular pro lado e segurou a cintura de Lucas jogando seus quadris com força contra a bunda do amigo. Lucas por outro lado tinha perdido tudo, o homem babava e chorava com as estimulações, Krave acertando sua próstata com força enquanto roçava seu pau nos abdômens dos dois, ele tinha certeza de que não ia durar muito desse jeito, apertando o cabelo do esportista sussurrou: “Goza…dentro de mim…por favor” 

 

— “Caralho Lucas você vai me matar” — Krave disse metendo mais rápido e com mais força dentro de Lucas que gozou minutos depois, a sensação das paredes se fechando ao redor do seu pau levou Krave ao orgasmo logo depois.

 

Seus peitos subiam e desciam enquanto sentiam ejaculação quente escorrendo dos abdômens e coxas, ambos estavam um desastre de suor e cheiro de sexo, ia ser difícil convencer seus amigos de que nada aconteceu.

 

Minutos depois quando ja estavam “decentes” ouviram a porta se destrancar e correram para checar seus amigos, Lucas correu para pegar a câmera, que esse tempo todo esteve gravando. 

 

— “gente acho que a camera ta quebrada, ela não gravou nada esse tempo todo” — Lucas disse para seus amigos, mesmo que dentro do bolso de krave tivesse uma fita daquele momento inteiro.







Notes:

Por favor deixem comentarios e kudos, criticas sao bem vindas, apenas usem o bom senso.